oequilibrio@oequilibrio.com.br

(11) 5184-0554

(11) 9.6984-1689

Sto Amaro - São Paulo

Facebook Instagram
  • Home
  • Quem Somos
  • Serviços
  • Para Psicólogos
  • Blog
  • Galeria
  • Contatos
  • Home
  • Quem Somos
  • Serviços
  • Para Psicólogos
  • Blog
  • Galeria
  • Contatos

Acordos: A arte de negociar

  • 10/19/2020
  • Blog, Comportamento, Confiança, Desenvolvimento, Diálogo, Educação, Jovens e Adolescentes, Pais
  • acordo, estratégia, impulsos, meio termo, questionamentos, relações afetivas, riscos
Foto de Monica Teixeira

Monica Teixeira

Psicóloga e Psicoterapeuta Sexual - CRP 06/81984
Instagram Facebook

O termo “acordo” ocorre quando duas pessoas concordam em realizar determinada tarefa ou atividade, pré-estabelecendo quais as regras pelas quais irão: se organizar, direcionar, realizar e/ou se comportar. Ao final de um período estabelecido, em geral, avaliam se o acordo funciona para ambas as partes ou se desejam alterações. Se um dos envolvidos não concorda com algo, o acordo pode ser refeito ou dissolvido.

No campo das relações afetivas, o conceito também pode ser aplicado, sobretudo na relação com crianças e adolescentes. A adolescência é um período do desenvolvimento humano que permite maior compreensão do mundo circundante, possibilitando questionamentos do que foi aprendido até então e o desejo de explorar e conhecer o que o mundo oferece.

Nessa fase do desenvolvimento uma característica muito marcante é a dificuldade em avaliar riscos e conter impulsos, principalmente os agressivos e autodestrutíveis, o que se revela uma árdua tarefa para pais e responsáveis, que terão de atuar como mediadores e limitadores da exploração do adolescente, que dificilmente recebe bem estas intervenções.

Uma estratégia a ser utilizada é o pré-estabelecimento de acordos. Neste caso, se colocam os objetivos e as necessidades de cada um, construindo um “meio termo” entre as necessidades e desejos dos adolescentes e as precauções, crenças e desejos dos pais e responsáveis. Um acordo bem feito prevê prazo, regras, avaliação, recompensa e responsabilização.

É muito importante que cada um dos envolvidos cumpra a sua parte, no que tange aos pais e responsáveis, principalmente na responsabilização. É preciso atenção para não trocar o “conforto emocional pelo futuro” dos filhos.

Foto de Monica Gonçalves de Melo Teixeira

Monica Gonçalves de Melo Teixeira

Psicóloga e Psicoterapeuta Sexual (CRP 06/81984)

Atendo adolescentes, adultos e casais, com diversas dificuldades, sobretudo queixas sexuais. Gosto de aprender e compreender sobre o mundo, conexões e inter-relações coletivas e individuais. Tenho paixão pelo que nos constrói e o que construímos nos variados campos, e um profundo respeito pela Psicologia.

Outros textos da autora
Whatsapp Envelope

Gostou do texto? Compartilhe!

Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram
WhatsApp
Email

Outros textos...

Falta de Desejo Sexual

Criança na cama dos pais

Acordos: A arte de negociar

Tem como prevenir o transtorno de ansiedade?

Responsável Técnica

Andressa Maria de Araujo Bitelman

CRP  06/81985

HORÁRIO DE ATENDIMENTO TELEFÔNICO

Segunda à Sexta: 10h às 16h

Facebook Instagram

ÚLTIMAS PUBLICAÇÕES DO BLOG

Fobia é a mesma coisa que medo?

Como ajudar alguém com transtorno de ansiedade?

Tem como prevenir o transtorno de ansiedade?

Existe uma causa para o transtorno de ansiedade?

O que é ataque de pânico?

CERTIFICADO DE INSCTRIÇÃO DE PESSOA JURÍDICA

ACESSO AO CERTIFICADO COMPLETO

2020 Copyright © - Oequilíbrio da Chacara Psicologia e Saúde LTDA - ME. Todos os Direitos Reservados.

Feito com ❤ por Juliana Aviz

WhatsApp