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Dizer Não: necessidades e dificuldades

  • 09/23/2020
  • Blog, Comportamento, Confiança, Diálogo
  • adolescentes, crianças, dizer não, frustração, limites, raiva
Foto de Monica Teixeira

Monica Teixeira

Psicóloga e Psicoterapeuta Sexual - CRP 06/81984
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Desde os primeiros balbucios quando bebês é comum ouvirmos o “não”. Conforme vamos crescendo aprendemos a selecionar e comunicar o que desejamos, o modo mais simples de fazer uma negativa é o NÃO.

O NÃO pode e/ou deve vir acompanhado de uma justificativa. Mesmo as crianças maiores e adolescentes já em condições de compreender porquês, num momento de raiva eles apenas sentirão a frustração de ter seu desejo negado e vão reagir a isso.

Nestes casos o melhor é a conversa vir depois, quando todos se acalmaram e podem raciocinar, esclarecer o porquê do Não é importante. Algumas vezes o porquê, é simplesmente porque a mãe não quer, e isto pode parecer egoísta e cruel, mas é verdadeiro e pode ser aceito desde que possamos esclarecer os motivos do porquê não quer, pode-se não concordar, mas compreender os motivos de cada um. O importante é que essa conversa se dê em tom de voz normal, sem alterações e gritos, que desfarão a tentativa de compreensão mútua.

Desta forma, o ato de dizer “não” pode ajudar a desenvolver respeito, que é contrário ao medo. O “não” significa limite para o que outro saiba o que pode fazer comigo e ao meu entorno e também limite para o que eu permito e aceito.

Agradar a todos é uma tarefa impossível. Para dizer não é necessário aprender a lidar com os próprios medos e angustias: ”se ficarem tristes comigo”, “se não gostarem mais de mim”, “sou uma pessoa ruim”, entre outros.

Estes pensamentos podem incomodar muito e dificultar nosso desempenho ao pôr um limite dizendo “não”. Para tanto, é preciso ter coragem e confiança de que se está fazendo a coisa certa, não há problema em pensar para dar uma resposta; maiores dificuldades são criadas por respostas impulsivas, motivadas por pressa, raiva, medo ou mesmo preguiça.

Ressaltamos que voltar atrás num “não”, traz mais prejuízos ao processo de educação do que não dizer nada. Voltar atrás incentiva comportamento de birra e descrédito na palavra de quem ordena e educa.

Foto de Monica Gonçalves de Melo Teixeira

Monica Gonçalves de Melo Teixeira

Psicóloga e Psicoterapeuta Sexual (CRP 06/81984)

Atendo adolescentes, adultos e casais, com diversas dificuldades, sobretudo queixas sexuais. Gosto de aprender e compreender sobre o mundo, conexões e inter-relações coletivas e individuais. Tenho paixão pelo que nos constrói e o que construímos nos variados campos, e um profundo respeito pela Psicologia.

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